Paulo Porto participa de movimento em defesa do Transporte Público e cobra auditoria prometida

Paulo Porto participa de movimento em defesa do Transporte Público e cobra auditoria prometida

Vereador faz parte, junto com 23 entidades, de movimento para debater o
transporte coletivo de Cascavel que cobra a auditoria não feita por Paranhos e
é contra o aumento da tarifa

Criado em Cascavel o “Movimento
em Defesa dos Direitos dos Usuários e Usuárias do Transporte Coletivo” como
objetivo de debater os custos e o preço da passagem do ônibus urbano no
município. O grupo é formado por 23 entidades entre sindicais, de moradores e
de estudantes e pelo mandato do Vereador Paulo Porto.

Paulo Porto faz parte do
movimento como vereador e pela luta que trava desde o início de seu mandato em
defesa dos usuários do transporte coletivo. Recentemente Porto propôs um projeto
de lei onde as empresas deveriam colocar em algumas linhas do transporte
público “agentes de bordo”, uma variação dos antigos cobradores que ajudariam
os passageiros com dificuldade de mobilidade para embarcar e desembarcar dos
ônibus, além de possibilitar que a cobrança da passagem seja feita em dinheiro
e não só pelo cartão da Vale Sim. Projeto esse que foi rejeitado pelos demais
vereadores.

Outra cobrança que o vereador faz
é a auditoria independente que foi prometida pelo prefeito Leonaldo Paranhos,
ainda no início de 2019, e até hoje Paranhos não cumpriu com o que prometeu.
“Nos preocupa a negativa do executivo de não cumprir sua promessa. Nós
continuamos reféns dos números das empresas e dos interesses dos empresários”
comenta Porto. Hoje as planilhas de custos das empresas não são auditadas nem
mesmo pela prefeitura, que acaba aceitando os números que lhe são apresentados,
sem garantia alguma que esses números são verdadeiros. “As empresas podem
informar o que quiserem, ninguém tem acesso aos números reais” diz Porto. Recentemente
foi encaminhado para a prefeitura a proposta de aumento do preço da passagem do
transporte coletivo, as empresas pediram quase 20% de reajuste, dos atuais R$
3,90 passaria para R$ 4,60. Para Porto esses números deveriam ser públicos e
verificados por uma auditoria independente “O executivo como gestor do contrato
deveria zelar pelos usuários e não pelos empresários” conclui.

O movimento tem o objetivo de debater
junto aos usuários as condições que o transporte coletivo tem no município,
isso se refere aos ônibus, pontos, terminais, linhas e horários. Uma carta
aberta ao público foi feita e está sendo distribuída em terminais de transbordo
para explicar os objetivos e convidar a todos para participarem. Uma página no
Facebook (https://www.facebook.com/F%C3%B3rum-em-Defesa-dos-Direitos-dos-Usu%C3%A1rios-e-Usu%C3%A1rias-do-Transporte-Coletivo-111488233740802/)
foi criada para receber sugestões e divulgar as ações.

Assessoria Mandato Paulo
Porto / Arte Dani Barth